Que Deus me ajude a desatar esses nós. Que eles afrouxem, se desfaçam, libertem todas as mágoas, decepções, abandonos, tudo de ruim que estiver me apodrecendo. O caso está tão sério que nem falar sobre isso, escrevendo, eu consigo. Não sei que pragas jogaram em mim. Logo eu, tão falante sobre meus sentimentos, tão aberta sobre minhas mágoas, faço questão de colocar tudinho em pratos limpos, nada de coisas subentendidas, mal ditas, nada disso, gosto de tudo claro. Principalmente quando diz respeito a amizades. E amizades preciosíssimas. Acho que fui esperando tempo demais, deixando meu orgulho (que há algum tempo nem existia) falar alto demais, e esperando o momento certo de jogar tudo pra fora fiquei sem saber como jogar.
Agora estou aqui, cheia de nós. Não sei como desatar.