Eu estou com dor na alma.
Se isso for possível.
Porque de lo posible se sabe demasiado. (Silvio Rodriguez)
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Te amo por quase um segundo, depois te odeio mais.
Eu fiquei indignada. E eu posso ficar indignada, porque independente da relação existente (ou melhor: não mais existente) entre nós, sua vida ainda é importante, cara. E apostar um raxa com os amigos é irresponsabilidade. Eu costumo ser responsável. Me indigna uma pessoa crescida agir sem pensar nas consequências (falo dessas que podem, por exemplo, TIRAR SUA VIDA), como se tivesse onze anos de idade! ONZE! Fiquei putíssima por você se colocar em uma situação com esses riscos e o pior, os riscos se efetivarem. Porque você capota o carro e chega querendo o quê? Mão na cabeça? Já disse, procure com outra. Eu sei que você não quer sermão e eu não me importo. Você quis ir fazer raxa e agora não quer sermão? Se liga.
Então é isso. Primeiro eu fiquei indignada. Absurdamente puta por você ter corrido esse risco sendo um cara crescido, agindo feito um retardado mental. Dai você me mandou, lindamente, ir tomar no meu cu. Isso, foi isso mesmo. Minha raiva triplicou. Lá estava eu, dando sermão por me preocupar com sua vida e querer você inteiro e você me manda ir tomar no cu. Não importa que diabos eu estava falando, mandar uma pessoa que você ~ama~ ir tomar no cu porque ela esta brigando porque você colocou sua vida em risco não tem justificativa.
E me desculpem o palavreado, mas até esse momento eu estava escrevendo movida por raiva. E ela, dentro de mim, precisa ser colocada pra fora.
Então é isso. Primeiro eu fiquei indignada. Absurdamente puta por você ter corrido esse risco sendo um cara crescido, agindo feito um retardado mental. Dai você me mandou, lindamente, ir tomar no meu cu. Isso, foi isso mesmo. Minha raiva triplicou. Lá estava eu, dando sermão por me preocupar com sua vida e querer você inteiro e você me manda ir tomar no cu. Não importa que diabos eu estava falando, mandar uma pessoa que você ~ama~ ir tomar no cu porque ela esta brigando porque você colocou sua vida em risco não tem justificativa.
E me desculpem o palavreado, mas até esse momento eu estava escrevendo movida por raiva. E ela, dentro de mim, precisa ser colocada pra fora.
Depois de muita raiva, acho que esse sentimento esta virando aquela tristezinha maldita, quando você para e pensa: antes, pelo menos, ele me respeitava. Não me mandava ir pra esse lugar feio. É, eu sei, foi na hora da raiva, mas ele mandou, e nenhuma raiva antes fez ele mandar. Aí é isso que você pensa e não quer mais pensar. Aquela realidade ruim de ser vista, sabe? Ela esta na minha porta agora.
Sabe o que eu posso fazer quanto a isso? Nada. Ela existe e eu não posso mais mudá-la. E mesmo que eu tente, que eu abra meu coração e fale de como essa realidade é ruim, e que isso não se repita, eu já sei que ela existiu. Basta pra fazer minha raiva sumir e só ficar esse nó no peito. E ah, eu também não espero palavras de conforto. Nem sei se existem palavras pra confortar isso, porque isso simplesmente existe e entristece. Só queria colocar pra fora, organizar as sensações dentro de mim.
A sensação presente agora é entristecedora, o nó no peito.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
2012.
Não postarei algo escrito por mim, como tanto gosto de fazer quando mais um ano se vai, porque ainda não encontrei onde as palavras se esconderam dentro de mim. Elas andam sumidas e isso muito me incomoda. Mas postarei um texto de um e-mail que recebi e gostei muito.
"NÃO VOU LHE DESEJAR UM FELIZ ANO NOVO.
Não vou desejar que nesse ano encontre paz e felicidade permanentes.
Não vou desejar que supere todas as suas metas e vença todos os desafios, encontre alegria no amor, fique rico e seja sempre a pessoa mais linda e simpática do planeta (mas vou desejar saúde. Porque com saúde não se brinca).
Não vou desejar que 2012 seja o melhor ano de todos os anos de sua vida. 365 dias é muito pouco para todas as conquistas, todos os desafios e tudo o mais que deseja fazer, ser e ter.
Esse ano, quero desejar outra coisa.
Desejo que se lembre de todas as conquistas que teve. Que olhe para trás e veja tudo o que foi aprendido, se lembre de todas as pessoas que apoiaram e quem você foi em todas essas situações.
Que determine a vida que quer levar. De repente não é a que está levando agora, a que seus pais querem que leve. Ou seu amor. Ou seus amigos. Ou sua comunidade. Pare e pense na vida que você quer ter.
Escolha as pessoas que lhe acompanharão. Aquelas que agregam, que lhe dão apoio em todos os momentos. Escolha as que quer ao seu lado e querem estar ao seu lado. Descubra o que lhe dá prazer e trabalhe para que seja constante em seu dia-a-dia. Faça o que você ama e ame o que faz.
Reconheça as características pessoais que não gosta e aprenda a mudá-las (ouaceitá-las). Você pode ser uma pessoa melhor todos os dias. Por que quem você quer ser já está dentro de você. Então, procure. Insista e não desista.
Sim, um ano inteiro é muito pouco para tantos desejos.
Então, vamos lá. Procure dentro de você a força que precisa. Suspire fundo. Comece. Agora.
Sua vida está esperando.
Feliz vida para você."
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Nós.
Que Deus me ajude a desatar esses nós. Que eles afrouxem, se desfaçam, libertem todas as mágoas, decepções, abandonos, tudo de ruim que estiver me apodrecendo. O caso está tão sério que nem falar sobre isso, escrevendo, eu consigo. Não sei que pragas jogaram em mim. Logo eu, tão falante sobre meus sentimentos, tão aberta sobre minhas mágoas, faço questão de colocar tudinho em pratos limpos, nada de coisas subentendidas, mal ditas, nada disso, gosto de tudo claro. Principalmente quando diz respeito a amizades. E amizades preciosíssimas. Acho que fui esperando tempo demais, deixando meu orgulho (que há algum tempo nem existia) falar alto demais, e esperando o momento certo de jogar tudo pra fora fiquei sem saber como jogar.
Agora estou aqui, cheia de nós. Não sei como desatar.
sábado, 5 de novembro de 2011
Ajuda.
Estou participando de uma promoção muito importante pra mim.
Tudo que preciso é que meu vídeo, que só tem 1 minuto, tenha muitas visualizações.
Estou tentando de todas as formas divulgar o vídeo, por isso to colocando aqui no blog. Se você passar por aqui, por favor, veja o vídeo!
http://www.youtube.com/watch?v=HFPPb8MN4Mg
Sei que é pedir demais, mas se você tem um ídolo, ou já teve, e ele foi muito importante pra você, e você estiver em um dia de fazer caridade (hahhahaha) divulga meu vídeo? Coloca no seu blog pelo menos um dia, sei lá! Só sei que preciso realmente de ajuda. E mais terá de volta pra você, tenho certeza.
Bom, é isso. Obrigada!
Tudo que preciso é que meu vídeo, que só tem 1 minuto, tenha muitas visualizações.
Estou tentando de todas as formas divulgar o vídeo, por isso to colocando aqui no blog. Se você passar por aqui, por favor, veja o vídeo!
http://www.youtube.com/watch?v=HFPPb8MN4Mg
Sei que é pedir demais, mas se você tem um ídolo, ou já teve, e ele foi muito importante pra você, e você estiver em um dia de fazer caridade (hahhahaha) divulga meu vídeo? Coloca no seu blog pelo menos um dia, sei lá! Só sei que preciso realmente de ajuda. E mais terá de volta pra você, tenho certeza.
Bom, é isso. Obrigada!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Acabei de perceber que estou procurando por coisas simples. Andei pensando em viver sem amor. Sim, sem um amor. Apenas não esperar mais, não procurar mais e não querer mais. É mais simples. Não tenho culpa de estar querendo me livrar de coisas complicadas, buscas incessantes, medos. E essa história de amor, relacionamento com outro, é meio complicado pra mim. Sem complicação. Mas não sou essa pessoa que conseguiria viver assim, eu acho. Possuo um nível de carência que não me permite isso. Andei pensando também que certas coisas não precisam ser explicadas. E não é falta de paciência, juro! É que eu gostaria de dizer “Não estou me sentindo bem aqui.” E gostaria que as pessoas dissessem: ok, vamos embora. E não ficassem supondo, interrogando, questionando, encontrando motivos e me fazendo dar outros em minha defesa. Sei que é bobo, o que custa explicar e pronto? Não quero. Sou birrenta, sou teimosa, botei na cabeça que não quero complicação! E é tão mais simples, eu não estou me sentindo bem, à vontade, não importa se eu já vim imaginando que ia ser assim, se eu cheguei bem e fiquei dessa forma, importa que é assim que estou me sentindo e fim de papo. Mas nós sabemos que não é assim, que as coisas não são simples dessa forma, que não conseguimos ignorar a maioria das coisas que temos vontade e que uma transa (nesse momento meu computador me corrigiu e mandou substituir transa por “relação amorosa”. Nem toda transa é uma relação amorosa, querido computador) com um cara que tem namorada nunca vai ser só uma transa. Nunca vai ser só prazer. Vai ser culpa, arrependimento, talvez, vai ser um milhão de coisas, menos só uma transa. Não sei se pra você ou pra ele, mas pra um dos dois vai ser muito mais do que uma transa. E eu estou meio farta de tantas complicações, de tantas perguntas, respostas, cobranças. Sabe, ir vivendo, tipo “relaxa baby e flui: barquinho na correnteza, Deus dará.” É o que eu gostaria. Mas como milhões de coisas que eu gostaria que fossem e não são, essa é só mais uma.
Assinar:
Postagens (Atom)